quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Instantes à parte

Cristiano Prim é o fotógrafo oficial do projeto Casa. Todas as imagens que usamos para divulgação - e também as imagens que farão parte do catálogo, que deve sair em novembro - passam por suas mãos. Só quem é fotógrafo sabe da dificuldade de fotografar cenas em movimento. E Prim é mestre nisso. Em Florianópolis, sobretudo, é conhecida a competência do Prim, que fotografa para alguns dos grandes grupos e eventos de teatro e dança da cidade. De modo que as fotografias da Casa são instantes à parte. Abaixo, uma das fotos que considero das mais bonitas.















[ A atriz Barbara Biscaro realiza sua performance no jardim ]

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Para lembrar

A exposição volta a abrir amanhã, quinta-feira, e também sexta e sábado, sempre das 20h às 24h, com a entrada gratuita. Lembrando que aqui é possível encontrar o mapa para chegar até a Casa, que fica no Córrego Grande.

Algumas pessoas nos perguntam também sobre as chaves, os convites, se ainda há. Todos os 600 convites que fizemos foram distribuídos nestes lugares e não sabemos se ainda resta um ou outro; mas nós não temos mais nenhum.

Crianças na casa

Uma das surpresas na abertura da exposição, na quinta-feira passada, mas também nos outros dois dias, foi o modo como as crianças gostam e se relacionam com o espaço. E mais do que isso, como as crianças comentam. Frases como: "mãe, fui em uma casa onde tudo é ao contrário" e a "tia Lucila não tem nada na cabeça" são recorrentes. Muitas delas fazem perguntas para a artista, ficam curiosas com os objetos, acham graça das performances. Pra quem quer ir com os filhos, portanto - e muitas pessoas já nos fizeram esta pergunta - não há dificuldade alguma. Aliás, muito pelo contrário.

Na foto, pai e filho olham um vídeo no banheiro.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Opinião (I)

Por Fernando Boppré

Acerca d´A CASA, está realmente muito bacana. Adorei a integração, a vida ali expressa. Finalmente um projeto conciso que articula dança, artes visuais, teatro, música. Mil parabéns!

p.s.: Hoje sonhei que chegava na casa de minha avó, olhava pela fechadura antes de entrar e encontrava ela assistindo a cinco televisores ao mesmo tempo. Livremente inspirado n´A CASA.

domingo, 17 de outubro de 2010

Fotos da abertura!


[ público, em casa ]

[ neggobilly tocando na garagem ] 

[ juliana conversando sobre o champagne com o público ]

[ um brinde! com atores, bailarinos e público misturado ]

[ público acompanha performance de diana no quarto ]

[ público acompanha performance de barbara no jardim ]

[ xadrez no escritório ]

[ allan resolve dar uma força pra juliana na cozinha ]

[ diogo e diana interagem entre si e com os outros ]


crédito: todas as fotos são de cristiano prim, fotógrafo do projeto.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Sinta-se em casa

Por Marcos Espíndola, para a Contracapa, do DC

Se você encontrou uma chave dessas aí, então compareça à Rua Acadêmico Reinaldo Consoni, número 12, Bairro Córrego Grande (Capital). Não carece devolve-la, mas sinta-se convidado a visitar A Casa, uma exposição multiartística idealizada por Lucila Vilela e que consiste em ocupar uma casa com performances corporais, vídeo-arte, música, dança e instalações.

Para chamar ainda mais a atenção para o trabalho, 600 chaves-convites foram espalhadas em pontos estratégicos da Capital.

O imóvel foi alugado e preparado exclusivamente para esta mostra, onde nada esta ali por acaso, inclusive os móveis utensílios – que pelas mãos de Lucila viraram vídeos-objetos. São 20 artistas envolvidos neste experimento.

O projeto conta também com um inventivo blog: www.expo-casa.blogspot.com. Visitem e não deixem de ser sentir em casa.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Casa na mídia

Hoje sairam duas boas matérias sobre a exposição nos dois principais jornais de Santa Catarina, ANotícia e Diário Catarinense, aqui e aqui

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

falta 1 dia















[ foto de Cristiano Prim ]

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Sem Segredo

Mais de 600 chaves sem segredo - espécies de convite-objeto - estão sendo distribuídas pela cidade. Por um lado, elas não abrem nada; por outro, podem abrir qualquer coisa. Ao menos em metáfora, o que já é bastante. Foram deixadas algumas caixinhas com chaves em locais estratégicos da cidade: Bia Vilela Espaço de Dança, CEART, Café Cultura, Centro Cultural BADESC, Museu Victor Meirelles e Essen Vinhos. A idéia é que o convite já seja a exposição; o meio já seja o fim. Em outras palavras, a exposição já começou na semana passada, e abre suas portas na próxima quinta-feira.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Como fazer um vídeo-objeto

Os vídeo-objetos, todos concebidos pela artista Lucila Vilela, são distribuídos por diversos domicílios da casa - cozinha, quarto, sala, banheiro, etc. - e tem sempre o mesmo procedimento: um vídeo-arte funcionando dentro dos móveis, em uma fusão de presença e virtualidade. Nas fotos, o processo de composição do vídeo-objeto Máquina de Lavar. Pra vê-los funcionando, basta visitar a exposição!


quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Cartaz pronto!

Peça chave

O artista Roberto Freitas foi peça chave na equipe do Casa. Responsável por toda a parte técnica na montagem e construção dos vídeo-objetos, Roberto acompanhou de perto todos os detalhes desde a concepção até a realizaçao do projeto. Na foto, a montagem de um dos vídeo-objetos: o verso de um tabuleiro de xadrez.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Os vídeo-objetos

O projeto CASA retoma uma pesquisa desenvolvida no curso de Artes Plásticas, na UDESC, há quase dez anos, com os vídeo-objetos, que já eram expostos em locais inusitados, como uma lavanderia. Os vídeo-objetos se constituem de video-arte inseridos em objetos cotidianos; são, portanto, móveis com imagens. A aquisição de móveis usados opera assim com a idéia de apropriação, memória - cada objeto deve ter uma história de uso. As imagens de vídeo-arte, por sua vez, são realizadas especialmente para cada mobília - tematizando situações também cotidianas - e ficarão todas em em looping durante o tempo da exposição. Assim como nas performances, as imagens não terão começo ou fim determinados, cabendo ao público, visitante, a edição do tempo.